A razão
Tava lá na beirada quando me deparei com um vulto. Maldição... o que seria isso? A aparência desconexa me fazia ficar intrigado. Com receio, acabei tocando o que seria seus cabelos e, sem reação foi precionado a dizer o que era pra dizer: Sois a maldita beleza! Por mais triste que seja meu barquinho sem vela, não exaurirei minha vida em um único segundo por causa de ti. Segue seu rumo. Segue este caminho que fora designada. Hoje sou muito mais razão, e porque não, muito mais seguro e honesto.
Como numa mágica, o vulta desapareceu, deixando pra mim uma lembrança dos cachos mais ruivos e belos que um homem poderia conhecer.
Como numa mágica, o vulta desapareceu, deixando pra mim uma lembrança dos cachos mais ruivos e belos que um homem poderia conhecer.
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