O amor em vermelho
A mais bela cortezã sofria com o excesso de multidão e sentia falta do carinho personal. O lixo ao redor era uma cidade de pessoas medrosas e preconceituosas. Sua ruividez alertava ao tolos a sua capacidade de amar de corpo e alma. Uma mulher muito mais do que muitos homens. Mas, seus dias eram sombrios. A vida esticava as horas, mostrando que de nada adiantaria lutar. Até que um dia...
Um homem, armado por um fio de papel, desafiou o cotidiano tenso, vermelho e vil da cortezã. Ela, sem compreender o que acontecia consigo mesma, tratou de se defender. Mas, o poeta tinha a solução, o antídodo, a chave para a felicidade da moça. Ela, no fundo, sabia disso. Mas, seu destino seria esse? Sua vida poderia ser mudada? De mão extendida, o homem dava a opção da escolha. Uma escolha que ela nunca teve direito. A escolha de amar de verdade.
O custo de uma vida reprimida não é nada mais do que pouca migalhas à nossa felicidade. E a cortezã umidecia sua vida com as migalhas. A escolha poderia mudar isso. Poderia trazer o que mais lhe falta: vida.
Do fim disso tudo ninguém sabe. Acontecem todos os dias, histórias parecidas. Mas, um dia, quem sabe, voltemos a saber da cortezã ruiva...
Um homem, armado por um fio de papel, desafiou o cotidiano tenso, vermelho e vil da cortezã. Ela, sem compreender o que acontecia consigo mesma, tratou de se defender. Mas, o poeta tinha a solução, o antídodo, a chave para a felicidade da moça. Ela, no fundo, sabia disso. Mas, seu destino seria esse? Sua vida poderia ser mudada? De mão extendida, o homem dava a opção da escolha. Uma escolha que ela nunca teve direito. A escolha de amar de verdade.
O custo de uma vida reprimida não é nada mais do que pouca migalhas à nossa felicidade. E a cortezã umidecia sua vida com as migalhas. A escolha poderia mudar isso. Poderia trazer o que mais lhe falta: vida.
Do fim disso tudo ninguém sabe. Acontecem todos os dias, histórias parecidas. Mas, um dia, quem sabe, voltemos a saber da cortezã ruiva...

